Os nossos miúdos andaram esta semana à descoberta da Natureza.
O monchiquense Pe. PEDRO MANUEL foi o rosto da iniciativa promovida pela Diocese do Algarve materializada na Oração para pedir mais padres para a Igreja. Tendo o objectivo de suscitar vocações para o sacerdócio, na procura de vencer a carência existente na região algarvia, a Diocese promoveu uma oração de 15 dias que começou na Igreja Matriz de Monchique, no dia 29 de Outubro e terminou na Igreja de São Pedro, em Faro.
Pedro Manuel é padre na Diocese do Algarve e tem a seu cargo a função de Director do Secretariado para as Vocações da Região.
Pelo seu percurso, apesar de ser ainda jovem e de ter muito para dar ao longo da sua vida, pela sua forma de ser e de estar, é motivo de orgulho para a nossa Terra e para todos os monchiquenses.
Hoje faz anos a colectividade desportiva mais antiga do concelho - Juventude Desportiva Monchiquense.
A primeira reunião - a 19 de Setembro de 1963 - decorreu no salão de jogos da Casa do Povo de Monchique, onde catorze ilustres monchiquenses tomaram a decisão primeira e fundamental de criar o clube, aprovaram os seus estatutos, que viriam a ser aprovados por despacho de 14 de Novembro e publicados no Diário do Governo no dia 28 do mesmo mês.
Após instalados os primeiros órgãos sociais eleitos, foi deliberado que o dia 14 de Novembro de 1963 era a data da fundação. Esse mesmo elemento integra ainda hoje o símbolo do clube.
No dia do aniversário e nas funções que ali exerço deixei uma mensagem no blog oficial do clube, recordando e homenageando esses nomes que os documentos atestam e que representam muitos outros que ao longo dos tempos muito contribuiram para trazer o clube até aos dias de hoje, promovendo o desporto no concelho.
Hoje, todos os monchiquenses estão de parabéns.
O nosso concidadão Jorge Luz (mais conhecido por “Joquinha”) trocou o frio gélido das noites e madrugadas de Marmelete pelas águas dos Açores e, por lá, ao leme de uma embarcação com o nome da sua filha – Juliana – é mestre dos mares.
O agora Mestre Joca, na Ilha do Corvo, no pretérito dia 31 de Outubro, registou o seu nome e vincou a sua valentia com a captura de um cherne de 66 (sessenta e seis) Kg.
Aqui só para nós e sem prejuízo de ser incorrecto, mas o meu metro e oitenta e cinco e os meus 84 quilos arrastam-me para a provocação de que o nosso “Joquinha” tirou ao mar um cherne mais ou menos da sua estatura.
Os monchiqueiros, onde quer que estejam, mostram a sua coragem, a sua determinação e a sua força.
Abraço para a ilha do Corvo e para o nosso amigo Joquinha.
A plataforma de demonstração solar do «Algarve Energy Park», em Monchique, poderá começar a produzir energia já no primeiro semestre do próximo ano, disse à Lusa o fundador daquela estrutura, o holandês Marc Rechter.
O complexo inclui um centro para a produção e fabrico de componentes para a energia solar, um parque temático, uma clínica de medicina preventiva e uma «aldeia» de energia limpa, prevendo-se que funcione em pleno dentro de sete anos.
«É um passo em frente na plataforma que queremos desenvolver», disse Marc Rechter à Lusa, notando que as empresas que integrarem a plataforma terão vantagens ao produzir energia em rede pois poderão partilhar custos.
«A produção de energia torna-se mais eficiente pois cada participante tem acesso a um ponto central de ligação à rede», explicou o empresário holandês.
Para avançar com a implementação da plataforma de demonstração solar no terreno, Marc Rechter disse aguardar ainda a indicação por parte do Governo das tarifas a cobrar pela energia gerada e que será vendida à rede.
A «Self Energy», especialista em soluções energéticas, será um dos participantes fundadores da plataforma, tendo sido recentemente assinado um memorando de entendimento entre o «Algarve Energy Park» e aquela empresa.

Não são fáceis os tempos em que vivemos. Custa cada vez mais esticar a corda até ao fim do mês. Portanto, qualquer malabarismo financeiro que permita poupar um euro que seja, é uma grande ajuda para muito boa gente. E é esse o objectivo deste post. Fazer uma sugestão de poupança.
Estamos em Setembro. Mês complicado. O verão está a acabar, tal como o subsidio de férias (para quem as gozou de forma mais dispendiosa, pois isto de fazer férias, quer fora, quer dentro, não sai barato). Para além disso estamos em véspera de arranque do ano lectivo. Para quem tem filhos, o dinheiro voa quando é necessário comprar roupas novas, cadernos, mochilas e toda uma parafernália de material, sendo que os livros escolares levam sempre a maior fatia do bolo. Mas há uma solução fácil para este problema: reutilizar livros. Para além de pouparmos uma porção avultada de dinheiro, estamos a praticar um acto sustentável, evitando o desperdício de toneladas de papel.
E onde posso eu arranjar esses livros, perrguntam vocês. Primeiro vamos pelo caminho mais fácil: verificar se algum familiar, amigo ou vizinho tem os livros em questão. No caso de não conseguirmos obtê-los desta forma, podemos sempre utilizar uma das melhores ferramentas criadas pelo Homem – a internet. Desde sites de classificados, como o OLX ou o OCASIÃO, até sites especializados como a rede ning Manuais Escolares Usados, existem variadas soluções online.
A rede Manuais Escolares Usados, é uma plataforma que permite às pessoas que lá estão registadas trocar, doar, vender e comprar livros escolares usados. Foi criado pelo Miguel António Albuquerque, da Associação Verde Esperança e é um site ainda em desenvolvimento. Precisa de uma boa adesão pois sem pessoas inscritas não há livros. Por isso, não percam tempo. Inscrevam-se na rede o quanto antes, pois quanto mais pessoas participarem mais oferta existirá.
Caso tenham conhecimento de outro meio de compra de livros escolares usados façam o favor de partilhar.
Numa iniciativa integrada no 150.º aniversário do nascimento de Manuel Teixeira Gomes, decorre em Portimão um torneio de futebol 11, de âmbito intermunicipal, promovido pela Direcção Regional do Algarve do Instituto do Desporto de Portugal , I.P. em parceria com o Município de Portimão, em que participam equipas dos municípios de Aljezur, Loulé, Monchique, Portimão, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.
O sorteio ditou o confronto de Tavira com Vila Real de Santo António, Loulé com Vila do Bispo, Monchique com Aljezur e a isenção de Portimão.
Nas meias-finais e na sequência dos resultados alcançados na primeira eliminatória encontraram-se Monchique com Tavira e Loulé com Portimão.
Em face dos resultados a final do torneio disputa-se no próximo dia 26 de Junho, entre Monchique e Loulé.
Em cima: Victor Santos, João Patrício, Paulo Sérgio, Humberto Valério, Rui Carvalho, Luís Inácio, José Montez, Rui Silva, Luís Ferreira, Paulo Crispim. Em baixo: Emanuel Varela, Marco Rocha, Marco Silva, Carlos Almeida, Nuno Francisco, Arnaldo Sousa, Eduardo Duarte e Vasco Duarte. Fotografia: Pedro Montez.
A equipa de Monchique, que nos primeiros dois jogos vestiu equipamentos cedidos pelo Juventude Desportiva Monchiquense, amealha assim duas vitórias: frente a Aljezur (8-1) e a Tavira (4-1).
Um chefe de Divisão, um coordenador técnico, um geógrafo, quatro professores, dois motoristas, um canalizador, um técnico de desporto, um nadador-salvador, dois administrativos, um auxiliar da acção educativa, um leitor cobrador de consumos, um pintor, um arquitecto, um fiscal municipal e um gestor de recursos humanos são o grupo de funcionários do Município de Monchique que se constituiu como equipa (incluindo jogadores, técnico e delegado).
A final terá lugar no próximo dia 26 de Junho, com início às 17 horas, no Parque Desportivo da Mexilhoeira Grande, em Portimão.